CUSTOMERING = A CONCORRÊNCIA NÃO É SOBRE PRODUTOS. MAS PELO $ DO CLIENTE!

Seu concorrente está em todos os lugares.

Seu concorrente é qualquer um que obtenha o dinheiro do cliente que poderia ser gasto com sua organização.

Pense nisto!

Volto ao tema nos próximos dias.

Um abraço,

Miguel

CUSTOMERING (customer + ing) = Cliente em movimento

Como já comentei anteriormente, tenho tentado encontrar um novo conceito que venha a substituir a desgastada palavra marketing.

As enormes mudanças ocorridas no final do século XX tem obrigado as organizações a reverem suas estratégias.

Do poder da indústria nos anos de 1900 até meados de 1960,do poder do varejo de 1960 até 1990, chegamos ao poder do cliente. Vivemos uma época de abundância (ainda que extremamente mal distribuida).

Vivemos um mundo de opções. As empresas não vendem mais nada: são escolhidas pelos clientes! A compra é feita pelo conhecimento, pelas informações, pela percepção que o cliente tem sobre o valor que ele receberá! Esteja a empresa no espaço físico ou no espaço virtual ( de market place para market space).

Voltamos ao básico, às origens da criação da empresas: Satisfazer, resolver, solucionar um problema ou uma necessidade do cliente de forma lucrativa e rentável.

O Cliente é a razão da empresa existir. É a única entidade que traz receitas para as organizações.

Portanto gerenciar a manutenção e obtenção de clientes lucrativos são a essência de qualquer estratégia empresarial. Os processos de criação e entrega de valor tornam-se, desta maneira, os pilares para a sobrevivência organizacional.

Voltarei ao assunto.

Um abraço,

Miguel

Continuando…o marketing acabou

A pressão por resultados de curto-prazo (wall street exige resultados positivos e superiores a cada trimestre) tem obrigado aos “marketeers” focar exclusivamente no marketing mix (os famosos 4 p´s criados em 1950). Como eu digo, não é possível usar velhos remédios para novas doenças. Os profissionais de marketing são obrigados ou, só sabem fazer isso, ficam reinventado a roda nas mudanças cosméticas em produtos e serviços, criando fantásticas fórmulas de preço, formas de financiamento, descontos, alargando os prazos de pagamento. Reinventando o trade-marketing como se fosse a panacéia (agora não se fala mais em PDV (ponto de venda) mas sim em PDR (ponto de relacionamento). Reinventando a roda quanto ao composto de comunicação.

A parte estratégica foi deixada para o CEO da empresa, para o Controller ou para o Financeiro. Em recente pesquisa da AMA (American Marketing Association) demonstra a menor importância do Diretor de Marketing.

Já que os clientes são da responsabilidade de vendas, dizendo melhor, já que vendas “ infelizmente” tem que tratar dos clientes e trazer cada vez mais clientes….marketing tem se tornado uma ponte entre as agências de publicidade e em alguns casos suportar a área comercial.

É preciso urgentemente repensar o papel e responsabilidade do “marketing” nas empresas.

Miguel Noronha Feyo

O Marketing acabou! Precisamos urgentemente uma nova definição

Vejam isto que foi colocado hoje no site do IDG Now:

Realidade aumentada: puro marketing ou uma tecnologia revolucionária?

Por Clayton Melo, do IDG Now!

http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/01/15/realidade-aumentada-puro-marketing-ou-uma-tecnologia-revolucionaria/

Publicada em 15 de janeiro de 2010 às 08h47Atualizada em 15 de janeiro de 2010 às 17h54

O que o jornalista quer dizer quando utiliza a palavra MARKETING?

Deixo para que vocês pensem a respeito.

Um abraço,

Miguel Noronha Feyo

Acabou o Marketing!

Pronto. Eu desisto!

Cansei de ver, ler, ouvir a palavra marketing como propaganda e também como pré-vendas!

No rádio locutores especializados apresentam programas de marketing falando de propaganda. Nas revistas especializadas as matérias versam sobre propaganda.

Nas televisões eles falam de marketing político, marketing cultural, marketing esportivo, marketing social e quantos mais qualificações existirem.

Desisto! Pronto, vocês venceram! Usem a palavra marketing a vontade. Para o bem (mais informação, criatividade, abordagens humorísticas, etc…) e para o mal ( o marketing vende o que as pessoas não precisam, é manipulador, transforma coisas ruins em boas, etc…).

Gostaria de ouvir de Peter Drucker a sua opinião sobre essa nova fase do marketing. O marketing morreu? Ou precisamos de uma nova palavra para continuar a mostrar que uma empresa só existe porque tem CLIENTES! Que são os CLIENTES a única razão para uma empresa existir! Precisamos de uma outra palavra para falar de criação e entrega de valor contínuo aos clientes e por conseguinte a sociedade como um todo. Precisamos de uma nova palavra para demonstrar que somente com uma proposição correta de valor é que a empresa consegue manter e obter novos clientes de forma a obter a rentabilidade necessária a sua sobrevivência.

Não desisto deste caminho! O de continuar a propagar as sábias palavras de Drucker: uma empresa é inovação e clientes.

Sim. Precisamos urgentemente redefinir marketing. O marketing, do modo que hoje é referido, MORREU!

Eu quero que a quinta-feira chegue logo!

Ansiedade e Resiliência

Mudanças....pressão...pressão....pressão. Incerteza. Insegurança. Riscos.
Não há alternativa! Temos que aprender a gerir tudo isso.
O novo conceito do ser humano: resiliência
Resiliência é um conceito oriundo da física, que se refere à propriedade de que são dotados alguns materiais, de acumular energia quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Após a tensão cessar poderá ou não haver uma deformação residual causada pela histerese do material - como um elástico ou uma vara de salto em altura, que se verga até um certo limite sem se quebrar e depois retorna com força, lançando o atleta para o alto.
É medida em percentual da energia devolvida após a deformação. Onde 0% indica que o material sofre deformações exclusivamente plásticas (plasticidade) e 100% exclusivamente elásticas (elasticidade) .
No meio corporativo, o termo "Resiliência" significa a capacidade de uma empresa ou corporação de se adaptar às mudanças no ambiente em que estão inseridas, ou seja, como elas conseguem reformular os seus processos de negócio para atender a novas exigências do mercado.
O cientista inglês Thomas Young foi um dos primeiros a usar o termo. Tudo aconteceu quando estudava a relação entre a tensão e a deformação de barras metálicas, em 1807. Resiliência para a física é, portanto, a capacidade de um material voltar ao seu estado normal depois de ter sofrido tensão.